Proposições e Argumentos
1. As frases «A foz do Tejo é em Lisboa» e «O
Tejo desagua em Lisboa»
(A)
representam duas proposições válidas.
(B)
representam a mesma proposição.
(C)
não representam qualquer proposição.
(D)
representam duas proposições verdadeiras.
2013,
1ª fase
No
argumento «Miguel é médico e, por isso, Miguel tem formação universitária», a
premissa omitida é
(A)
«Os indivíduos com formação superior são médicos».
(B)
«Os médicos têm formação universitária».
(C)
«Os universitários têm formação superior».
(D)
«Os médicos são profissionais de saúde».
2012
Época Especial
Defina
«argumento dedutivamente válido».
2015 1ª fase
Qual das frases seguintes
exprime, inequivocamente, uma proposição?
(A) Amanhã vai chover.
(B)
Que bom seria se amanhã chovesse.
(C)
Amanhã vai chover?
(D)
Prometo que, se amanhã chover, fico em casa.
2014 1ª fase
2. Considere o argumento
seguinte.
Todos
os homens são imortais.
Sócrates
é homem.
Logo,
Sócrates é imortal.
Este
argumento não é sólido porque
(A)
a conclusão não se segue das premissas.
(B)
o número de premissas é insuficiente.
(C)
é reconhecidamente falso.
(D)
uma das premissas é falsa.
2015 1ª fase
«Segundo a UNICEF, devido
à epidemia de ébola que, em 2014, atingiu o continente africano,
4000 crianças perderam
ambos os pais e 13 000 crianças perderam um dos pais. Portanto, a epidemia de
ébola causou 17 000 órfãos em África.»
O argumento anterior é
(A)
uma indução a partir de uma amostra representativa.
(B)
uma indução a partir de um número insuficiente de casos.
(C)
um bom argumento de autoridade.
(D)
um mau argumento de autoridade.
3. Considere o caso
seguinte.
A Vanessa e a Mariana são
amigas. Gostam dos mesmos jogos e da mesma música. Usam o
cabelo da mesma maneira e
vestem o mesmo tipo de roupa. A Vanessa recebeu de prenda uma guitarra elétrica
e adorou. Pouco tempo depois, o pai da Mariana decidiu oferecer à filha uma
guitarra elétrica.
Construa o argumento por
analogia que justificou a decisão do pai da Mariana.
2013
1ª fase
Relativamente
aos argumentos indutivamente fortes, é correto afirmar que
(A)
a conclusão é verdadeira sempre que as premissas são verdadeiras.
(B)
a verdade das premissas torna improvável a falsidade da conclusão.
(C)
a verdade das premissas nunca dá credibilidade à conclusão.
(D)
a falsidade da conclusão é incompatível com a verdade das premissas.
4. Quando alguém procura
ser persuasivo apelando à sua credibilidade, o aspeto dominante do discurso é
(A)
o mérito da argumentação.
(B)
o estado emocional do orador.
(C)
o ethos do orador.
(D)
o pathos do auditório.
2018 1ª fase
10. Imagine que um candidato a um cargo político se dirige às pessoas nos seguintes termos. Aqueles que me conhecem sabem que me podem confiar o seu voto, pois nunca usei em benefício próprio os cargos que exerci, e sempre dei, com todo o empenho e seriedade, o máximo de mim em prol do bem comum. O modo de persuasão usado é
(A) o pathos, pois o orador tem em vista suscitar empatia no auditório.
(B) o logos, pois a conclusão é uma consequência lógica das premissas.
(C) o ethos, pois o orador destaca aspetos da sua vida que o tornam confiável.
(D) o pathos, pois o orador visa mostrar que merece a confiança dos eleitores.
Considere o argumento
seguinte: «O dalai-lama é uma pessoa bondosa; por isso, rejeita a violência.»
Que premissa deve ser
introduzida no argumento para o tornar válido?
(A)
«As pessoas bondosas rejeitam a violência».
(B)
«As pessoas que rejeitam a violência são bondosas».
(C)
«O dalai-lama não é uma pessoa violenta».
(D)
«A violência não é uma disposição bondosa».
Leia o texto seguinte.
Ontem,
em Roma, Adam Nordwell, o chefe índio da tribo Chippewa, protagonizou uma
reviravolta
interessante. Ao descer do avião, proveniente da Califórnia, vestido com todo o
esplendor
tribal, Nordwell anunciou, em nome do povo índio americano, que tomava posse da
Itália
«por direito de descoberta», tal como Cristóvão Colombo fizera quando chegara à
América. «Proclamo este o dia da descoberta da Itália», disse Nordwell. «Que
direito tinha Colombo de descobrir a América, quando esta já era habitada pelo
seu povo há milhares de anos? O mesmo direito tenho eu agora de vir à Itália
proclamar a descoberta do vosso país.»
In A.
Weston, A Arte de Argumentar, Lisboa, Gradiva, 1996, p. 44
No texto anterior, Adam
Nordwell argumenta contra o direito de Cristóvão Colombo a proclamar a
descoberta da América.
De que tipo é o argumento
apresentado por Adam Nordwell? Justifique.
Leia
o texto seguinte.
Texto
C
Do
mesmo modo que os olhos dos morcegos ficam ofuscados pela luz do dia, também a
inteligência
da nossa alma fica ofuscada pelas coisas mais naturalmente evidentes.
Aristóteles,
Metafísica, Livro α, 993b
Identifique
um tipo de argumento informal que pode construir, a partir do texto.
Justifique
a resposta.
2. Considere o argumento
seguinte.
A
China tem mais habitantes do que a Índia.
A
Índia, por sua vez, tem mais habitantes do que o Brasil.
Logo,
a China é o país com mais habitantes do mundo.
O
facto de este argumento ter premissas e conclusão verdadeiras torna-o sólido? Justifique.
2014 2ª fase
«Os tubarões vivem no mar, como as sardinhas. Ora, as sardinhas são peixes. Portanto, os tubarões também são peixes.» Quem apresenta este argumento está a recorrer a
(A) um mau argumento por analogia.
(B) um bom argumento por analogia.
(C) uma má generalização.
(D) uma boa generalização.
Admitindo que um argumento
indutivo tem como conclusão bastante provável que o próximo desfile de Carnaval
em Torres Vedras será animado, a premissa desse argumento seria
(A)
os desfiles de Carnaval em Torres Vedras foram sempre animados.
(B)
todos os desfiles de Carnaval em Torres Vedras serão animados.
(C)
alguns desfiles de Carnaval em Torres Vedras foram animados.
(D)
talvez os desfiles de Carnaval em Torres Vedras sejam animados.
Suponha que um vendedor incentiva um cliente a comprar um
telemóvel nos seguintes termos.
«Eu, no seu caso, comprava este telemóvel. Pode parecer um
pouco caro, mas os seus colegas vão decerteza ficar cheios de inveja, pois este
modelo não está ao alcance de qualquer um e é o escolhido porpessoas que já têm
um certo estatuto. Assim, até vai atender as chamadas dos seus amigos com mais gosto.»
Este discurso é uma tentativa de
(A)
persuasão racional, pois são apresentadas razões que permitem uma avaliação
objetiva do produto.
(B)
persuasão por meio de manipulação, pois pretende-se convencer apelando
unicamente às emoções.
(C)
persuasão racional, pois os factos apresentados nas premissas são evidentes e
todos os reconhecem.
(D)
persuasão por meio de manipulação, pois incentiva as pessoas a consumirem bens
dispensáveis.
2015 1ª fase
Considere os textos
seguintes.
1. A ciência está na base
das tecnologias que mudaram as nossas vidas. Por conseguinte, para que o
avanço tecnológico não
abrande, os investimentos em ciência não devem ser reduzidos.
2. Após a Segunda Guerra
Mundial, importava assegurar a recuperação económica dos países europeus
envolvidos. Além disso, os líderes das principais nações europeias pretendiam
impedir um novo conflito armado. Foi esta dupla ambição que esteve na origem da
União Europeia.
(A)
1 e 2 são textos argumentativos.
(B)
1 é um texto argumentativo; 2 não é um texto argumentativo.
(C)
1 e 2 não são textos argumentativos.
(D)
2 é um texto argumentativo; 1 não é um texto argumentativo.
Considere
o argumento seguinte.
«Alguns futebolistas ganham muito
dinheiro. Outros, porém, ganham pouco. No entanto, o futebol é um desporto
bastante igualitário. Se o compararmos com a natação, o basquetebol ou o
râguebi, percebemos porquê. Qualquer um pode jogar futebol, mas, para jogar
basquetebol ou râguebi, poucos atletas são suficientemente altos ou musculosos.
E pode-se jogar futebol em qualquer lugar, desde que alguém tenha uma bola, ao
passo que a natação exige instalações desportivas muito dispendiosas. Na
verdade, só um grande investimento permite dispor de uma piscina.»
A
conclusão do argumento é
(A)
«o futebol é um desporto bastante igualitário».
(B)
«pode-se jogar futebol em qualquer lugar».
(C)
«alguns futebolistas ganham muito dinheiro» .
(D)
«só um grande investimento permite dispor de uma piscina».
2014 1ª fase
«Cada pessoa tem a sua
opinião, como se vê nos debates televisivos, em que nunca se chega a um acordo.
Por isso, não podemos negar que a verdade é relativa, pois haveria consenso
entre as pessoas se a verdade fosse absoluta.»
O
texto anterior exprime um argumento cujas premissas são:
(A)
Se a verdade fosse absoluta, haveria consenso entre as pessoas; não há consenso
entre as pessoas.
(B)
Cada pessoa tem a sua opinião, como se vê nos debates; não podemos negar que a
verdade é
relativa.
(C)
Quando discutem, as pessoas deveriam chegar a um acordo; não devemos procurar
uma verdade
absoluta.
(D)
Os debates televisivos são inúteis, porque não se chega a um consenso; a
verdade não é absoluta.
2014
1ª fase
«É
impossível provar que os animais têm consciência. Portanto, temos de admitir
que não têm.»
O
argumento anterior é
(A)
dedutivamente válido.
(B)
indutivamente forte.
(C)
um caso de apelo à ignorância.
(D)
um caso de derrapagem.
2015 2ª fase
Um argumento sólido
(A)
tem de ter premissas verdadeiras, mas pode ter conclusão falsa.
(B)
tem de ter premissas e conclusão verdadeiras.
(C)
pode ter premissas falsas, mas a conclusão tem de ser verdadeira.
(D)
pode ter premissas e conclusão falsas.
2013
2ª fase
Do
ponto de vista dedutivo, é correto afirmar que
(A)
a validade dos argumentos depende unicamente do conteúdo.
(B)
os argumentos são inválidos se as premissas forem falsas e a conclusão
verdadeira.
(C)
a validade dos argumentos depende da forma e do conteúdo.
(D)
os argumentos são inválidos se as premissas forem verdadeiras e a conclusão
falsa.
2014 2ª fase
Considere
as afirmações seguintes.
1.
Todos os argumentos com premissas e conclusão verdadeiras são válidos.
2.
Se um argumento é inválido, então tem premissas falsas.
3.
Argumentos com conclusão falsa podem ser dedutivamente válidos.
Selecione
a opção correta.
(A)
As afirmações 1, 2 e 3 são verdadeiras.
(B)
As afirmações 1 e 2 são falsas; a afirmação 3 é verdadeira.
(C)
As afirmações 1 e 2 são verdadeiras; a afirmação 3 é falsa.
(D)
As afirmações 1, 2 e 3 são falsas.
2012
1ª fase
Na
resposta a cada um dos itens de 2.1. a 2.4., selecione a única opção correta.
Escreva,
na folha de respostas, o número do item e a letra que identifica a opção
escolhida.
2.1.
Uma boa argumentação
(A)
privilegia os argumentos de autoridade.
(B)
pretende obter a adesão livre do auditório.
(C)
privilegia o ethos relativamente ao logos.
(D)
pretende adular e seduzir o auditório.
2.2.
Num raciocínio indutivo forte, a verdade
(A)
da conclusão é garantida pela verdade das premissas.
(B)
das premissas torna provável a validade da conclusão.
(C)
da conclusão é garantida pela validade das premissas.
(D)
das premissas torna provável a verdade da conclusão.
2.3.
Consideram-se falácias formais os argumentos que
(A)
contêm uma premissa errada.
(B)
cumprem as regras da inferência.
(C)
parecem ser dedutivamente válidos.
(D)
parecem ser verdadeiros.
Prova
714.V1/1.ª F. • Página 5/ 8
2.4.
Para a lógica formal, a validade dos argumentos diz respeito à
(A)
relação de consequência entre proposições.
(B)
verdade ou falsidade dos argumentos.
(C)
probabilidade da conclusão.
(D)
certeza das premissas.
2014 1ª fase
Considere as frases
seguintes.
1.
As baleias são peixes.
2.
As baleias não são peixes.
3.
As baleias são peixes?
4.
Ensinar a pescar, em vez de dar o peixe.
Selecione
a opção correta.
(A)
As frases 1, 2 e 4 exprimem proposições; a frase 3 não exprime uma proposição.
(B)
As frases 1 e 2 exprimem proposições; as frases 3 e 4 não exprimem proposições.
(C)
As frases 1 e 3 exprimem proposições; as frases 2 e 4 não exprimem proposições.
(D)
A frase 1 exprime uma proposição; as frases 2, 3 e 4 não exprimem proposições
2015 2ª fase
Platão criticou os sofistas por
(A)
proporem um modelo de educação que não tinha em conta o funcionamento da
democracia ateniense.
(B)
darem mais importância à persuasão do que à busca da verdade.
(C)
ensinarem uma técnica retórica que apenas podia ser aplicada na assembleia e
nos tribunais.
(D)
não conseguirem apresentar favoravelmente duas causas opostas.
2014
2ª fase
Platão
considera que a retórica cultivada pelos sofistas produz
(A)
justificações irrefutáveis.
(B)
conhecimentos especializados.
(C)
opiniões infundadas.
(D)
verdades impopulares.
Leia
a seguinte fala de Sócrates dirigindo-se a Hipócrates.
2013
1ª fase
Que
termo [...] se aplica a Protágoras? «Chamam-lhe sofista, Sócrates». «Então é na
qualidade
de sofista que vamos pagar-lhe?». «Claramente».
E
se alguém te perguntasse: «Com que fim te aproximas de Protágoras?». Ele corou
[…] e
disse:
«Se o caso é semelhante aos precedentes, é evidente que é para me tornar um
sofista».
«Em
nome dos deuses – disse eu – então tu não tinhas vergonha de te apresentar
perante os
Gregos
como sofista?».
Platão, Protágoras, in Maria Helena
da Rocha Pereira, Hélade – Antologia da Cultura Grega,
Coimbra, Edição F.L.U.C., 1990
(texto adaptado)
Exponha
a crítica de Platão ao ensino dos sofistas, implícita no texto.
2013
2ª fase
Leia
a fala seguinte de Górgias dirigindo-se a Sócrates.
GÓRGIAS
– […] Se um orador e um médico se apresentarem numa cidade qualquer à tua
escolha,
e se se discutir na assembleia do povo ou em qualquer reunião qual dos dois
deve ser
eleito
médico, garanto-te que o médico deixa simplesmente de existir e que aquele que
domina a arte da palavra se fará eleger se quiser. Do mesmo modo, seja qual for
o profissional com quem entre em competição, o orador conseguirá que o prefiram
a qualquer outro, porque não há matéria sobre a qual um orador não fale, diante
da multidão, de maneira mais persuasiva do que qualquer profissional. Tal é a
qualidade e a força desta arte que é a retórica.
Platão, Górgias, Lisboa, Ed. 70,
1997
A
partir do texto, mostre por que razão a retórica sofística, para Platão, é uma
forma de manipulação.
Na
sua resposta, integre, de forma pertinente, informação do texto.
2012 1ª fase
Leia o texto seguinte.
Texto D
FEDRO
A respeito disso, meu caro
Sócrates, ouvi dizer o seguinte: quem se quer tornar orador não tem necessidade
de conhecer o que realmente é justo, mas o que aparente sê-lo à multidão que
deve julgar; não o que na realidade é bom e belo, mas quanto dá essa aparência,
já que daí deriva a persuasão, e não da verdade.
Platão,
Fedro, 260a, Lisboa, Edições 70, 1977
1.1. Nomeie o mau uso da
retórica para persuadir uma «multidão».
1.2. Exponha, a partir do
texto, a crítica platónica à retórica sofística.
2018, 2ª fase, V1
1. Para ser sólido, um argumento
(A) tem de ser válido, mas pode ter
premissas falsas.
(B) tem de ser válido e ter as
premissas verdadeiras.
(C) apenas tem de ter as premissas
verdadeiras.
(D) apenas tem de ter a conclusão
verdadeira.
2018, 2ª fase, V1
2. A frase «na manhã do
dia 15 de janeiro de 1770, o Marquês de Pombal, em vez de tratar de assuntos políticos,
deixou-se ficar na cama a beber chocolate e a ler poesia»
(A) não exprime uma proposição, porque
não sabemos se é verdadeira ou falsa.
(B) exprime uma proposição, ainda que
não seja verdadeira nem falsa.
(C) exprime uma proposição, ainda que
ignoremos qual é o seu valor de verdade.
(D) não exprime uma proposição, porque
não é verdadeira nem é falsa.
2018, 2ª fase, V1
5. Considere o argumento
seguinte. O direito à vida implica o direito a prolongar a vida através do
acesso aos melhores cuidados médicos disponíveis. Assim, numa sociedade justa,
se todos têm igual direito à vida, então todos têm igual direito a prolongar a
vida através do acesso aos melhores cuidados médicos disponíveis. Por
conseguinte, numa sociedade justa, não é aceitável que o acesso aos melhores
cuidados médicos disponíveis dependa do poder económico dos indivíduos ou das
suas famílias. Em contrapartida, numa sociedade injusta, impera literalmente o
princípio do «salve-se quem puder».
A conclusão do argumento
anterior é
(A) o acesso aos melhores cuidados
médicos disponíveis não deve depender do poder económico dos indivíduos ou das
suas famílias.
(B) numa sociedade injusta, apenas se
salva quem pode pagar o acesso aos melhores cuidados médicos disponíveis.
(C) todos temos igual direito a
prolongar a vida através do acesso aos melhores cuidados médicos disponíveis.
(D) não ter direito a prolongar a vida
através do acesso aos melhores cuidados médicos disponíveis é o mesmo que não
ter direito à vida
2019, 1ª fase Grupo II
1. O Carlos encontrou a Diana numa
esplanada sobre o rio Guadiana. A Diana disse-lhe:
‒ Gosto de rios, mas também gosto de
lagos rodeados de montanhas.
O Carlos acrescentou:
‒ Nesse caso, gostas de alguns lagos
suíços, pois na Suíça há lagos rodeados de montanhas.
Qual dos dois tipos de argumentos –
dedutivo ou não dedutivo – usou o Carlos para concluir que a Diana gosta de
alguns lagos suíços? Justifique.